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sexta-feira, 8 de junho de 2007

Livro do Papa


"Jesus de Nazaré”: 1,5 milhões de exemplares
O livro de Bento XVI sobre Jesus ultrapassa um milhão e meio de exemplares vendidos. Até agora foi publicado em Itália, na Alemanha, Eslovénia, Grécia, Polónia, Estados Unidos, França e Reino Unido.2007/06/02
42 editores de todo o mundo fizeram acordos para a publicação desta obra. O livro está a ser traduzido em 30 idiomas.
Esta análise histórica e teológica da figura de Jesus fundamenta-se num rigoroso trabalho científico, desenvolvido por Joseph Ratzinger durante mais de 50 anos. Ao longo da sua vida, o actual Pontífice publicou mais de 600 artigos e 100 livros.Em “Jesus de Nazaré” o autor convida o leitor a aproximar-se de Jesus como a Cristo Salvador e a percorrer, como os discípulos, um tramo da vida pública do Nazareno, desde o baptismo no rio Jordão até à chegada ao monte da Transfiguração.Na Transfiguração anuncia-se já o tema que constituirá o centro da segunda parte do livro. Aí, o Mestre permite aos seus discípulos, Pedro, João e Tiago, que comecem a intuir algo mais acerca do mistério da sua Pessoa.Recentemente, o Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcísio Bertone, disse que o Papa "já começou a trabalhar na segunda parte. Há pontos sobre os quais aprofunda, medita e também reza: é um ritual que ele realiza desde que foi docente universitário", afirmou.

terça-feira, 17 de abril de 2007

Parabens Santo Padre (atrasados...)


Sua Santidade, o papa Bento XVI completou ontem 80 primaveras. Na impossibilidade de lhe virmos prestar a devida homenagem no dia de ontem aqui ao nosso "fora", não queremos deixar passar mais tempo.
Transcrevemos um excerto do livro "O sal da terra" no qual o Papa então cardeal, responde a algumas questões:
- "Nasceu a 16 de Abril de 1927 em Marktl am Inn, na Alta Baviera. Era Sábado Santo. Isto diz-lhe alguma coisa?
- Sim. Acho que foi muito bem assim, na véspera da Páscoa - já, por assim dizer, a caminho da Páscoa, que ainda não chegou, que ainda está Velada-. Julgo que é um dia muito bom, que sugere a minha concepção da história e a minha própria situação: à porta da Páscoa, sem todavia ainda ter entrado.
- Os seus pais chamavam-se Maria e José. Foi baptizado apenas quatro horas depois de nascer, às oito e meia da manhã. Dizem que era um dia tempestuoso.
- Claro que não me lembro. Os meus irmãos contaram-me que tinha caído muita neve, que estava muito frio, embora fosse o dia 16 de Abril. Mas na Baviera isto não é nada excepcional. (...) Nessa altura ainda não existia a festa da Vigília Pascal. A Ressureição era, portanto, celebrada de manhã, com a benção da água que depois serve de água baptismal durante todo o ano. E porque, em consequência, a liturgia do baptismo se realizava na Igreja, os pais disseram: "Jetzt is er scho do, der Bua" (em dialecto bávaro), "Já cá está o rapazinho", então é claro que ele será baptizado nesta hora liturgica que é a verdadeira hora do baptismo para a Igreja. E a coincidência de, recém-nascido, quando a Igreja preparava a água do baptismo e, por isso, com a primeira água, ter sido o primeiro baptizado da água nova tem significado para mim, porque me coloca de modo especial no contexto pascal e liga o nascimento e o baptismo de modo muito significativo. "
nota: este domingo dia 22 vai ser baptizada a Maria do Carmo nossa filhota. Rezem por ela!