Este senhor ainda é nosso ministro?

Parece que sim. No governo ninguém deve ter ouvido esta anedota.

Parece que sim. No governo ninguém deve ter ouvido esta anedota.
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Rita LM
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A bomba rebentou. Mudou as formas, a memória, roubou a ignorância e o medo. Em 1912, Péguy roubou a carne, a alma e a esperança e a infãncia e a cruz. " O pórtico do Mistério da Segunda virtude" rebentou tudo por dentro, as mãos e o coração, estilhaços de glória. Ninguém escreve como Péguy. " As crianças quando choram são mais felizes do que nós quando rimos / E quando estão doentes são mais infelizes que tudo neste mundo / E mais comovedoras / porque nós sentimos e eles sentem bem que é já / uma diminuição da sua infãncia. / É o primeiro sinal do seu envelhecimento. / A caminho da morte. / Temporal." Este livro é o princípio, o começo das palavras e dos filhos. " Tudo o que começa tem uma virtude que não mais se encontrará / (...) / Uma nascença que nunca mais se irá encontrar / o primeiro dia é o mais bonito / o primeiro dia é talvez o único dia bonito / e o baptismo é o sacramento do primeiro dia / e o baptismo é tudo o que há de belo e grande". A escola no momento de dizer a verdade tem medo, a escola mente, está a mentir. O nosso tempo, o tempo moderno, do ser que somos hoje, não é a metafísica lodosa da Tabacaria, dos chocolates rimados de melancolia, nem a viagem centrífuga de Bloom na Dublin de Joyce. Isto são migalhas. Rolos de pregas amargas. A modernidade começou antes, "há no que começa uma fonte, uma raça que não volta atrás", os filhos crispados de Zaratustra sabem disso , mas escondem a relíquia amarga. A linguagem eliptíca, repetitiva, as palavras soltas á beira do abismo, a gramática feita esgar, o sangue, a carne e a alma do verbo estão aqui, inteiras, redondas, acabadas. Se a modernidade actualiza o nosso ser, o nosso corpo, se as palavras afirmam a memória, nunca a linguagem se fundiu tanto " que vem a ser ter este corpo; ter esta ligação com o corpo / ter essa ligação com a terra, com esta terra, ser esta terra, o limo e a poeira, a cinza e a lama da terra". Nunca na literatura deste tempo o corpo de Jesus foi tão fundo, foi tanto do ser, uma evidência. Péguy é o escritor que não esquece o lodo da terra, os filhos, o Pai, o naco de pão e a esperança. " O Pórtico do Mistério da Segunda Virtude" é um dos mais belos livros que habita o coração. A maior descoberta depois da colheita.
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Gito
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O Governo socialista de José Luis Zapatero resolveu suprimir o ensino religioso, facilitar o divórcio e permitir o casamento de homossexuais. O objectivo é o "reequilíbrio" da Espanha, que, segundo parece, trinta anos de democracia deixaram excessivamente católica e "franquista". Dentro do seu papel e do seu direito, o arcebispo de Madrid e o arcebispo de Valência convocaram uma pequena manifestação de protesto (160.000 pessoas) contra a cultura do laicismo" e contra leis que alegadamente contrariam o "matrimónio indissolúvel" e a "transmissão da vida". O Governo de Zapatero acusou logo aIgreja de se intrometer na campanha eleitoral (a 9 de Março há eleições), de fazer um comício como um vulgar partido (no caso, o PP) e de "ignorar" e não respeitar" os princípios da liberdade. Em Espanha, e na "Europa" inteira, ninguém se lembraria de criticar ou de inibir manifestações contra o ensino religioso, pela facilitação do divórcioou pelo casamento de homossexuais. Como ninguém se lembra de criticar ou de inibir manifestações por formas de autonomia nacional que roçam, ou até entram, pelo separatismo. E obviamente ninguém pede que se ponha fim a uma certa propaganda islâmica ou, se preferirem, de ensino corânico, que prega a perversidade essencial do Ocidente e tenta promover a sua expeditiva eliminação. Tudo isto a "Europa" acha legítimo; e sobre tudo estende a sua simpatia. Em contrapartida, cai o céu se qualquer católico, padre ou Papa, se atrever a afirmar activamente o que pensa. A "Infame" deve estar calada ou, pelo menos, ser discreta. O fanatismo, o da Espanha (de Zapatero) e o da "Europa", não é novo; e o fanatismo anticatólico também não. É só estranho que este se funde na "diversidade" e o aceitem em nome da "tolerância". Uma "diversidade" imposta e limitada pela força do Estado, que não levanta a mais leve dúvida ou o mais leve incómodo. E uma "tolerância" reservada ou recusada pela ortodoxia oficial, que se tornou o argumento supremo da intolerância. O mundo moderno e a opinião que o sustenta autorizam o que autorizam e proíbem, muito democraticamente, o resto. As democracias, como se sabe, produzem com facilidade aberrações destas. Quem não gosta que se arranje ou se afaste. O Papa Ratzinger previu para a Igreja uma era de quase clandestinidade. Provavelmente, não se enganou.
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Pope
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do nosso Primeiro Ministro:
Sobre o Tratado
"É essencial" - Out 2004
"Desta vez tem de haver" - Dez 2004
"Vai haver" - Fev 2005
"O Governo defende que a aprovação do Tratado deva ser precedidade de referendo popular" - Mar 2005
"Mantenho" (Mantém o objectivo de referendar o Tratado qualquer seja o resultado deste processo institucional?) - Dez 2006
Jan 2008 - "O Tratado de Lisboa será ratificado na Assembleia da República."
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Rita LM
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O Instituto de Socorros a Náufragos foi fundado e presidido por Sua Majestade a Rainha Dona Amélia por Carta de Lei de 21 de Abril de 1892. Ficou célebre a intervenção da Rainha num emocionante e bem sucedido salvamento de um pescador na praia do peixe em Cascais.
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João Távora
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JSM
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JSM
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“La distinción es aquello que situá a la persona humana por encima de la vulgariad y dentro del señorío”. Ricardo Yepes Hasta hace unos años la periodista Leticia Ortiz era una presentadora más, que cumplía cada tarde su labor de dar las noticias, en una de las cadenas de la TV española. Ahora, esta elegante y sencilla mujer de 33 años, será la futura Reina de España ya que se ha casado con el Príncipe Felipe y han sido padres de una niña. Ante esta elección, muchas personas se formularán preguntas tales como: ¿Qué vio el Príncipe en ella, para tomar tan importante decisión?, ¿sería su belleza?, ¿su profesionalismo?, ¿o tal vez el aplomo y sinceridad en la mirada?, ¿qué hizo que un Príncipe viera en esta profesional, hasta cierto punto, una mujer común y corriente, a una princesa?Yo pienso, respondiendo un poco a estas preguntas, que la primera impresión contó. Y es que, en cuestión de impresiones, no existen segundas oportunidades. Ella misma dice que “la imagen es lo primero que se ve de nosotros y, por lo tanto, hay que cuidarla”. Todo esto implica seguir la moda, cuidar el cabello, tener buen gusto en el vestir. Es muy importante cuidar el aspecto personal y respetar con ello nuestras opiniones. Siguiendo con la periodista que se hizo famosa al convertirse en princesa, para ella “la personalidad se transmite a través de lo agradable de la mirada, del tono de voz, del aplomo al expresarse”. Ambos factores que menciona, según mi parecer, definen a una mujer, a una persona. Por que mientras la moda es ese accesorio con el que se saca máximo provecho a las formas del cuerpo, la personalidad revela la interioridad del alma; la moda da a conocer un estatus y estilo de vida; la personalidad, la madurez que se ha logrado y lo característico del yo. La moda viste a la personalidad, a lo que hay en el fondo. Si ese fondo es rico en valores, en vida interior, en pensamiento constructivo, el ropaje servirá para embellecer lo que hay dentro, lo que no puede verse, sino sólo en las actitudes y en lo denso de la mirada. Sheila Morataya
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alexandrachumbo
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PL
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"Nalgumas representações natalícias da Baixa Idade Média e princípios da Idade Moderna, o curral aparece como um palácio arruinado. Ainda se pode reconhecer a grandeza de outrora, mas agora foi à ruína, as paredes caíram: tornou-se, isso mesmo, um curral. Embora não tendo qualquer base histórica, esta interpretação, no seu aspecto metafórico, exprime contudo algo da verdade que se encerra no mistério do Natal. O trono de David, para o qual estava prometida uma duração eterna, encontra-se vazio. Outros dominam sobre a Terra Santa. José, o descendente de David, é um simples artesão; na realidade, o palácio tornou-se uma cabana. O próprio David começara por ser pastor. Quando Samuel o procurou para a unção, parecia impossível e absurdo que semelhante jovem-pastor pudesse tornar-se o portador da promessa de Israel. No curral de Belém, lá precisamente onde se verificara o ponto de partida, recomeça a realeza davídica de maneira nova: naquele Menino envolvido em panos e recostado numa manjedoura. O novo trono, donde este David atrairá a Si o mundo, é a Cruz. O novo trono – a Cruz – é o termo correlativo ao novo início no curral. Mas é assim mesmo que se constrói o verdadeiro palácio davídico, a verdadeira realeza. Este novo palácio é muito diverso do modo como os homens imaginam um palácio e o poder real: é a comunidade daqueles que se deixam atrair pelo amor de Cristo e, com Ele, se tornam um só corpo, uma humanidade nova. O poder que provém da Cruz, o poder da bondade que se dá: tal é a verdadeira realeza. O curral torna-se palácio: é precisamente a partir deste início que Jesus edifica a grande comunidade nova, cuja palavra-chave os Anjos cantam na hora do seu nascimento: «Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens que Ele ama», ou seja, homens que depõem a sua vontade na d’Ele, tornando-se assim homens de Deus, homens novos, mundo novo."
Bento XVI,
Ontem, na Missa do Galo
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Pe Pedro
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Pe Pedro
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Um misto de ingénuo espanto e ansiedade define a comoção com que eu na minha infância vivia a festa de Natal. Tudo começava na véspera, noite dentro, quando nós os cinco manos, lá íamos com os nossos pais, todos ao monte no velho carocha bege, bem agasalhados e aperaltados, para a missa do Galo. Ainda pequeno, era um sentimento muito especial o de entrar acordado no mistério da noite profunda e estrelada. Lisboa lá estava deserta e fria, mas calorosamente engalanada para a festa. Excepcionalmente para as solenidades natalícias íamos à Igreja de S. Pedro de Alcântara ou Santos o Velho. A ocasião era toda ela especial: a Igreja, quente e iluminada a preceito, tinha um cheiro especial, os cânticos também eram especiais, e o grande presépio ao fundo dominava o panorama. Num autêntico estado de graça eu sentia-me também especial, assim como Jesus que nascia...
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João Távora
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Pendurados os preconceitos, engavetadas as leituras de positivismo esquálido que são o paradigma de tudo o que se diz, não tenhamos medo de o afirmar: Spe Salvi é um dos textos mais portentosos que foi escrito sobre o homem contemporâneo. Poucas vezes de uma forma tão profunda se penetrou assim no homem e nas suas categorias fundadoras. Nesta Encíclica, a liberdade e a razão, a fé e a esperança, Deus e a eternidade, ganham uma densidade e uma dignidade que as transportam para um outro plano. Bento XVI eleva a liberdade a um plano insuperável "na liberdade humana não há possibilidade de adição, porque a liberdade é sempre nova e se deve sempre de novo tomar decisões", e é por esta liberdade que o homem tem necessidade de Deus "o ser humano tem necessidade de Deus; de contrário, fica privado de Deus". E a acção, que é a esperança, não é um referente ou um esboço. A esperança é um conteúdo, uma "substância" que liga o passado ao futuro, ao "ainda-não". O valor da vida está assente numa das mais belas frases: "toda a acção séria e recta do ser humano é esperança em acto" e a "Fé é a substância da esperança". Tudo, neste texto, é avassalador, imenso, grande e desmedido. A forma como Bento XVI enfrenta o coração do ateísmo é admirável: não é só a questão da "fé racional" de Kant mas, principalmente o problema de eternidade "... continuar a viver eternamente - sem fim - parece mais uma condenação que um dom" tão cara a um certo tipo de pensamento contemporâneo, Jorge Luís Borges, por exemplo. De uma gratidão imensa a forma como se refere à história de Bakhita ou ao amor do Cardeal Nguyen Van Thuan. Tudo é demasiado grande, demasiado belo, esplendoroso, demasiado iluminoso. Spe Salvi é carne viva, não é gramática de um texto, é a relação de um homem com outros homens, onde está Deus. Spe Salvi é um monumento, uma mudança, outra coisa que não isto. Diante dele só as lágrimas a rolarem, de joelhos, a noite dobrada em dois, o estar - com a solidão, à procura. Deus existe e o homem também. Não há mais nada a dizer. Neste Natal só o silêncio. O grande silêncio. O silêncio de Spe Salvi.
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Gito
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Por estes dias, um membro do governo de Zapatero tentou safar-se aos males de uma inflação que já vai em 6% nos produtos básicos, como a alimentação, e deu a solução às donas de casa: neste Natal, consumam coelho em vez do tradicional perú. “É uma carne sã, ligeira, muito apetecível e barata.”
Nem mais! Deixem-se de frescuras e tradições, que o coelhinho até é bem bom.
Se esta brilhante solução para a crise chega aos ouvidos do nosso governo (que não fica nada atrás em "brilhantismo"), coitado do Zacarias cá de casa, que ainda vai parar à travessa na Noite de Natal!
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Rita LM
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21:24
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A barcaça marroquina abalroou a muralha do oeste “civilizado” com 23 desgraçados párias a bordo. Enquanto isso o bem nutrido e alucinado "consumidor", entretido nos centros comerciais, contrafeito, mal desvia o olhar das montras iluminadas de mil cores.
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João Távora
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Há um pensamento único, cego e canceroso, que destrói tudo. Em Portugal, da esquerda à direita, todos dizem que a Presidência foi um sucesso. Isto é uma mentira, um enorme embuste. A Presidência Portuguesa não fez nada, não teve visão, não desbravou um centímetro do que será o futuro. Querem exemplos? Aí vão três. Na Cimeira EU/Rússia Sócrates recebeu Putin como um democrata, não tocou na liberdade de imprensa, nos partidos políticos, nesse pedregulho incomensurável que é a vergonha da Tchechénia. Nem um dedo, um esgar, uma frincha. A Cimeira EU/África teve um grande valor simbólico. Mas não teve rasgo político, resultados palpáveis serão uma miragem. A espada esteve sempre embainhada, guardada no bolso dos conceitos gerais. E estavam ali ao lado Eduardo dos Santos, Kadhafi, Mugabe...só Merkel se lembrou. Sòcrates foi um bom serviçal, mas confundir isso com destreza política é um supremo equívoco. Mas a mentira sublime consumou-se ontem. O Tratado Reformador da União tal como está feito é obra exclusiva de Merkel, Delors do século novo. Sócrates nunca tocou nas feridas, no sal do futuro. O futuro da Europa é hoje, é o Kosovo. Em Janeiro o governo Kosovar vai proclamar a independência, as conversações com os sérvios fracassaram, a Europa vai rasgar-se. Que fez Sòcrates? Os grandes não são os certinhos, os convencionais, são os que espetam o dedo na terra porque amam as coisas e se fermentam no que está para vir. É depravante e lodoso todo este unanimismo.
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Gito
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Não gosto desta moda da máquina de café Nespresso... dá uma bica a saber a conservantes, aqueles “preparados” têm uns aromas mais próprios de rebuçados. Vão por mim, sou eu que o digo porque já provei algumas "drageias" daquelas. O assunto já foi motivo de acesa discussão com amigos e em família. As opiniões divergem, mas aquilo definitivamente não me apetece. Além de sair cara cada pastilha, quando tomo café em casa, gosto daquele de saco, e se tiver visitas até o faço “de balão”. Cada coisa no seu sítio!
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João Távora
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22:37
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PL
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23:31
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"É papel do cristão ser ao mesmo tempo estrangeiro e presente ao seu tempo.
Estrangeiro às suas ilusões e presente a todos os males que derivam dessas ilusões."
Gustave Thibon
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Pe Pedro
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23:15
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Quanto ao Natal que se aproxima tão rapidamente, lamento profundamente que a mensagem subjacente ao nascimento do nosso Senhor, do Rei dos reis, Deus feito homem, tão equivocamente tenha vingado em dois mil anos de catequização.
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João Távora
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15:21
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Mas vivos para nós e para os outros
- da filosofia do Projecto Homem -